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PRINCIPAIS CONCEITOS




A SONDAGEM GEOFÍSICA ELÉTRICA
� A prospecção Geoelétrica investiga as estruturas em superfície através da condução de corrente elétrica nas rochas/solos. Sendo muito usada na busca de água subterrânea, minerais e mapeamento de bacias sedimentares. Esta técnica é muito útil para mapear a poluição subterrânea causada por lixões e por rejeitos industriais enterrados no solo.� IAG � USP � São Paulo.
A resistividade elétrica das formações geológicas depende dos minerais que as constituem, mas sobretudo da quantidade e qualidade dos fluidos que ocupam os seus poros e/ou fraturas.
O conhecimento da variação espacial da resistividade elétrica permite o reconhecimento de zonas de concentração de materiais condutores, zonas preferenciais de circulação e/ou armazenamento de água, bem como da qualidade desta. O mapeamento da resistividade é um poderoso meio na determinação e monitoração de zonas poluídas. As metodologias usadas incluem:
1- Sondagens Elétricas Verticais
2 - Perfis Geoelétricos Dipolares
3- Potencial Espontâneo

O MÉTODO
Este método emprega uma corrente elétrica artificial que é introduzida no terreno através de dois eletrodos (denominados de A e B), com objetivo de medir o potencial gerado em outros dois eletrodos (denominados M e N) nas proximidades do fluxo de corrente, permitindo assim calcular a resistividade real ou aparente em subsuperfície. A resistividade elétrica relaciona-se aos mecanismos de propagação de corrente elétrica nos materiais. Em geral, a propagação de corrente elétrica em solos e rochas se dá devido ao deslocamento de íons dissolvidos na água contida nos poros e fissuras, sendo afetada principalmente pela composição mineralógica, porosidade, teor em água e quantidade e natureza dos sais dissolvidos. Segundo Elis, 2004, estas condições é que possibilitam a aplicação da eletrorresistividade em estudos hidrogeológicos e ambientais, onde a presença de água nos poros e descontinuidades da rocha e, eventualmente, de contaminantes ricos em sais.
O equipamento utilizado � RESISTIVÍMETRO � consiste, basicamente, de uma fonte controlada para emissão de corrente elétrica e medidores para a corrente e a diferença de potencial gerada. A potência da fonte utilizada é de 150 Watts.
Existem duas técnicas básicas para aplicação do método, aquela destinada a exploração horizontal/lateral, o Caminhamento Elétrico - CE e outra, destinada a investigação vertical, a Sondagem Geofísica Elétrica � SEV. A análise e interpretação dos resultados são feitas com auxílio dos softwares RES 2D INV e RES 3D INV (Caminhamentos Elétricos) e IX1D v.2 ( Sondagens Elétricas Verticais) .

A TECGEO garante a aquisição, processamento e modelação em 1D, 2D e 3D




Sondagem Elétrica Vertical – SEV

Esta técnica é aplicada quando se deseja uma informação pontual com observação da variação vertical da resistividade. O arranjo de campo escolhido é o denominado Schlumberger (por ser o mais utilizado/recomendado na literatura) onde os eletrodos de corrente são regular e simetricamente expandidos com relação ao ponto investigado. Os valores de resistividade aparente são calculados fornecendo a curva de resistividade aparente, a qual é interpretada quantitativamente, através da inversão e do software IX1D v.2. Os resultados possibilitam a associação das camadas geoelétricas à estratos geológicos – variação do perfil litológico.




Caminhamento Elétrico - CE


A técnica do Caminhamento Elétrico, ao contrário da SEV, tem como objetivo a investigação horizontal a uma ou várias profundidades aproximadamente constantes com medidas efetuadas ao longo dos perfis. Isso é obtido fixando-se um espaçamento de eletrodos e caminhando-se com os mesmos ao longo de perfis efetuando as medidas de resistividade aparente – Arranjo dipolo – dipolo. Tem por objetivo a definição das variações laterais da resistividade em subsuperfície, encontrando grande aplicação no mapeamento de contatos geológicos, identificação de zonas de falhas e fraturas. Segundo Gallas (2000), a grande vantagem da utilização deste arranjo é o fato de se tratar de um arranjo simétrico, sendo mais fácil a interpretação de uma pseudo-seção, principalmente para se determinar com segurança a posição de uma anomalia. Os dados sofrem, o que se chama de inversão geofísica, e são interpretados, neste trabalho, pelo do software RES 2D INV.